TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: ENSINAR E APRENDER – UM NOVO DESAFIO

Daniele Júlia Nascimento da Costa
Trabalho de Conclusão de Curso / Pós-graduação (Latu Sensu) em Gestão Educacional - UNICOC - 2009
Polo de Itupeva, SP
Orientadora: Mestre Djenane Wagner


RESUMO

“O mundo gira...” e a sociedade se transforma. A democratização do ensino e as novas demandas por conhecimento alteram o modo como o aluno aprende e requer mudança de paradigma e postura docente. O ensino não pode mais aceitar a educação bancária, tão discutida por Paulo Freire, onde o aluno é tido como depósito de informações e o professor seu transmissor (depositário). É importante também, entender como a aprendizagem pode ser prazerosa e que ela deva acontecer ao longo de toda a vida, principalmente em se tratando da classe docente que lida cotidianamente com pessoas em formação e desenvolvimento e que já não aceitam respostas prontas às suas inquietações. Este artigo discute quais e como as mudanças sociais têm se refletido na educação, como ocorre o processo de formação para o uso das tecnologias da informação e comunicação na rede municipal de educação de Itupeva/ SP. Quais os desafios que são postos ao professor e os resultados desse processo. Discute, ainda a formação inicial e continuada do professor e também sobre as dificuldades e enfrentamentos de participar de um curso à distância e qual o papel do formador nesse contexto.


Palavras-chave: Tecnologia de Informação e Comunicação, TICs, Educação, Professores, Formação continuada

INTRODUÇÃO


O artigo Tecnologias na Educação: Ensinar e Aprender – Um Novo Desafio, foi produzido visto que a pesquisadora atua na Rede Municipal de Educação de Itupeva/ SP como Coordenadora Pedagógica e Formadora do Programa Nacional de Formação Continuada em Tecnologias Educacionais – Proinfo Integrado, em parceria SEED/MEC, UNDIME e Prefeitura, através de sua Diretoria de Educação e Cultura, portanto era de fundamental necessidade que se entendesse as formas como ocorrem as mudanças sociais, seus reflexos no cotidiano escolar, seu enfrentamento, a quebra de paradigmas e a mudança de postura profissional docente através da formação continuada em tecnologias educacionais num movimento de ação-reflexão-ação, assim como divulgar sua experiência e estudo, contribuindo, desta forma, para o avanço do conhecimento científico.
Segundo Pozo (2008), nossa sociedade tem vivido momentos paradoxais do ponto de vista da aprendizagem, visto que é crescente o número de pessoas que tem demonstrado dificuldade em aprender o que a sociedade tem colocado como desafio, porém concomitantemente dedica-se mais tempo em aprendizagens durante a vida, tal fato constitui, portanto, nossa sociedade como a sociedade do conhecimento. Esta vem exigindo não apenas que aprendamos cada vez mais coisas, e sim aprendamos de outra maneira.
Acredita-se, contudo, que se realmente desejamos modificar essa forma de aprender é necessário adaptação, e acima de tudo desenvolvê-las e aprofundá-las e dessa forma transformar essa sociedade do conhecimento. (Pozo, 2008).
É nesse intuito que a presente pesquisa foi norteada para responder às questões: Quais as mudanças sociais e seus reflexos no cotidiano escolar motivam o educador a participar de formação continuada em tecnologias educacionais? E, se esta tem contribuído para a mudança de paradigmas e de postura profissional docente, e quais os desafios de participar desse processo.
No percurso, porém, dessa reflexão aos objetivos da pesquisa foram sendo acrescentados outras respostas onde se buscou perceber quais as causas do fracasso escolar e quais as alternativas para superá-lo. Além de se verificar as políticas públicas voltadas para essa questão no que se refere às tecnologias educacionais, discutindo-se a relevância das mesmas.
A pesquisa foi realizada através de revisão bibliográfica, análise qualitativa e quantitativa de questionários e entrevistas realizadas com gestores e professores cursistas do Proinfo Integrado, no município de Itupeva/ SP e em enquetes e fóruns disponibilizados em Ambiente Colaborativo de Aprendizagem (E-proinfo), no período de junho a setembro de 2009.
Para Moita (2005), “o conhecimento dos processos de formação pertence antes de mais nada àqueles que se formam”, portanto foi imprescindível para essa pesquisa que além do estudo bibliográfico os sujeitos fossem ouvidos e suas vivências e colocações analisadas.

1. FRACASSO ESCOLAR VERSUS DEMOCRATIZAÇÃO DO ENSINO E SUA UNIVERSALIZAÇÃO

Muito se fala em fracasso escolar, mas o que há de se convir, é que nunca houve tanto acesso à educação como nos dias atuais e após a democratização do ensino.
Antes somente os selecionados, a elite estava nos bancos escolares. Os mais privilegiados, os que mais estavam ‘aptos’ freqüentavam as escolas.
Hoje educação é dever do estado e direito de todos. Então, o fracasso escolar é das pessoas ou do sistema?
Pesquisas recentes (Inep, 2005) indicaram que 73% das crianças de 4 a 6 anos; 97% das crianças e jovens de 7 a 14 anos; 82% dos jovens de 15 a 17 anos, estão na escola, entretanto na faixa etária de 7 a 14 anos, 3% estão fora da escola o que representa 800 mil crianças.
Segundo o SAEB, em 2003, 55,5% das crianças chegam a 4ª série do EF sem estar corretamente alfabetizadas. No Brasil, os dados relativos ao ensino de Língua Portuguesa apresentados no SAEB/2005, mostram que apenas 29% dos alunos da 4ª série do EF sabem o conteúdo adequado a essa série e que o desempenho também é baixo na 8ª série do EF (19%) e na 3ª série do EM (22%).
Ainda, de acordo com dados do PNAD/2005, somente 39% dos jovens de 19 anos conseguem concluir o EM e dos alunos que concluem essa etapa do ensino, quase metade não cursa a série apropriada a sua idade.
Conforme dados do PISA – Programa Internacional de Avaliação de Alunos – os países com melhor rendimento escolar investem, pelo menos, 5% do PIB na Educação, enquanto o Brasil investe 3,3% e segundo o MEC a meta é investir 5% até 2011 e manter o investimento até 2022.
Contudo, o Governo Federal, através do Ministério da Educação, criou o PDE – Plano de Desenvolvimento da Educação, o qual abrange as seguintes metas até 2022:
1.Toda criança e jovem de 4 a 17 anos na escola.
2.Toda criança plenamente alfabetizada
3.Todo aluno com aprendizado adequado à sua série.
4.Todo jovem com EM concluído até os 19 anos.
5.Investimento em Educação ampliado e bem gerido.
Para tanto, foi estabelecido um regime de cooperação e colaboração entre Governo Federal, estados e municípios.
Fica evidente que se a educação vai mal o problema maior está, pelo menos, em como as políticas públicas em educação estavam sendo direcionadas. Abrir as portas já não é suficiente. Equipar, tão somente, muito menos, é imprescindível articular ações e metas na área.
Em Itupeva/ SP, a Diretoria Municipal de Educação e Cultura aderiu ao Plano de Ações Articuladas, o PAR, do qual o Proinfo Integrado - Programa Nacional de Tecnologia Educacional – faz parte, além de outras ações.
O Proinfo Integrado é um Programa que promove o uso pedagógico das tecnologias da informação e da comunicação nas redes públicas da educação básica e atua em três dimensões principais:
1)Dimensão infra-estrutura tecnológica: laboratórios de informática com banda larga nas escolas urbanas e rurais;
2)Dimensão Conteúdos Digitais: disponibilizando o DVD Escola, TV Escola e PORTAL DO PROFESSOR, entre outros recursos midiáticos;
3)Dimensão formação de professores e de gestores escolares para o uso pedagógico das TICs nas escolas públicas da educação básica.
O Proinfo Integrado tem como meta a formação de aproximadamente 240 mil professores e gestores escolares, com vistas numa concepção de formação contextualizada – significativa; relação/movimento ação/reflexão/ação e o uso de tecnologias como meio e não como fim, propondo busca, análise, contextualização, possíveis explicações, problematização, autoria, co-autoria, diálogo, interação, apropriação de teorias sobre problemas, investigação e, sobretudo, experimentação. Para isso, os cursos são ofertados em três momentos:
1.Introdução à Educação Digital (40h);
2.Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TICs (100h);
3.Complementação Local (40h) – com elaboração de projetos educacionais.

1.1 DESAFIOS PARA ACABAR COM O FRACASSO EDUCACIONAL

Em entrevista para o site “Nota 10”, Pedro Demo afirma que a escola tem muitos desafios a enfrentar, os desafios do século XX estão cada vez mais distantes. Hoje, outros desafios estão postos: a complexidade atual da sociedade está cada vez mais refletida em nossas salas de aula.
Daqui algum tempo, quando nossas crianças forem lançadas no mundo do trabalho, elas terão que utilizar o computador e toda a tecnologia disponível, porém na escola elas não têm esse acesso.
Estamos ainda, segundo Pedro Demo, parados no tempo onde o importante era ler, escrever e contar.
Para Dowbor, “as tecnologias são importantes, mas apenas se soubermos utilizá-las. E saber utilizá-las não é apenas um problema técnico” (2008).
Para ele, toda essa tecnologia sem educação, conhecimento e o saber utilizar, como, porque, para que e quando utilizá-la seria tê-la a serviço de cometer erros, os mesmos, com mais agilidade que ela nos proporciona.
Ele nos fala que as TICs, são fundamentais na medida em que não são utilizadas como um fim, mas como um meio dentro da área da educação que não se esgota em si, e sim, configura-se como um processo de construção de ‘pontes’ entre a escola e o mundo. Não sendo essencial apenas a mudança nas técnicas de ensino, mas na própria concepção de ensino, além de rever os seus caminhos.
Hoje, contudo precisamos ver educação não apenas como preparação para o trabalho, mas como construtora de autonomia, centrada nos valores humanos, na cidadania, na criatividade, de forma crítica e reflexiva.
Em entrevista com professores da rede municipal de Itupeva/ SP, eles afirmam que está muito difícil trabalhar com os alunos nos dias atuais. A rapidez com que as informações chegam às crianças não está sendo acompanhada pela escola.
O enfrentamento do problema quanto a mudar as estratégias da aula para cativar os alunos, fazê-los aprender mais e melhor, e acompanhar as mudanças está em se capacitar, mas capacitar-se apenas não é suficiente, é preciso mudança de paradigmas e estratégias, e essa mudança de postura leva tempo, sendo necessário um contínuo aperfeiçoamento, é necessário uma mudança cultural dentro da classe docente. As novas demandas de professores devem receber formação inicial e atualização permanente.
Segundo Nóvoa (2007), os professores hoje são elementos insubstituíveis, não só na “promoção da aprendizagem, mas também no desenvolvimento de processos de integração que respondam aos desafios da diversidade e de métodos apropriados de utilização das novas tecnologias”.
Em entrevistas realizada com dezoito professores cursistas do Proinfo Integrado, da rede municipal de Itupeva/ SP, 72,22% disseram que participam do curso para aprender e estar sempre atualizados, pois não sentem-se preparados o uso das TICs em sala de aula. Os outros 27,78% deles disseram que o que importa e estimula a participação são os pontos que se ganha por frequentar uma capacitação como essa de 100 horas, além de se aprimorar e conhecer mais sobre as TICs.
Porém 20% apenas de 50 professores cursistas entrevistados dizem estar modificando sua prática. Os outros 80% dizem que o curso já está mudando sua visão sobre a TICs, pois antes tinham muito medo das mudanças que elas poderiam causar.
Um número tão pequeno de professores que estão mudando sua prática se deve por não haver, ainda, disponíveis equipamentos para uso dos alunos em todas as escolas atendidas pelos professores que cursam o Proinfo. Dentro desse contexto, a porcentagem aferida mostra que a capacitação tem bons resultados, pois envolve o professor em atividades de reflexão teórica, estudo e aplicação na prática.
A adesão de laboratórios que o MEC distribui já foi feita para algumas escolas, mas apenas 5 das 14 escolas que não possuem laboratório de informática têm o espaço adequado e suficiente para que sejam instalados os novos laboratórios, adequações serão realizadas, assim como ampliações e novas construções, conforme a demanda for exigindo e o orçamento permita.
Os desafios para o uso efetivo da tecnologia na escola se referem a diversos fatores, como medo do novo, quebra de paradigmas, recursos físicos e financeiros, mas as políticas públicas atuais têm favorecido que o desenvolvimento dessa área seja cada vez mais promissora. Os órgãos competentes têm se mostrado cada vez mais comprometidos com a formação docente e com a viabilização desse trabalho.
Quanto à formação, Nóvoa (2007), propõe que não haverá nenhuma mudança significativa se a “comunidade dos formadores dos professores” e a “comunidade dos professores” não se tornarem mais permeáveis e imbricadas. Onde cada caso seja estudado detalhada e aprofundadamente, principalmente sobre os casos de insucesso escolar com análise coletiva das práticas pedagógicas, obstinação e persistência profissional para responder às necessidades e anseios dos alunos; com compromisso social e vontade de mudança.
É necessário, também, que as propostas e práticas de formação estejam voltadas para a investigação. Elas só fazem sentido se forem construídas dentro da profissão, se forem apropriadas a partir de uma reflexão dos professores sobre o seu próprio trabalho. Enquanto forem apenas injunções do exterior, serão bem pobres as mudanças que terão lugar no interior do campo profissional docente.
Há ainda necessidade, segundo o autor, da promoção de novos modelos de organização da profissão, ou seja, os discursos tornam-se vazios e impraticáveis se a profissão continuar marcada pelo individualismo, pela burocracia, pela rigidez das regulações externas, pois quanto mais se fala em autonomia do professor, mais sua ação torna-se controlada, diminuindo sua liberdade e independência.
Para Nóvoa (2007), através dos movimentos pedagógicos ou das comunidades de prática, reforça-se um sentimento de presença e de identidade profissional que é essencial para que os professores se apropriem dos processos de mudança e os transformem em práticas concretas de intervenção.

Deve-se, contudo, ter cuidado para não tomar a educação continuada como uma obrigação, para não recair na inutilidade, na incessante procura de cursos, seminários, que acabam por caracterizar o “mercado da formação”, deve-se, pois, pensar ao contrário, onde a formação permanente aconteça entre os pares, num movimento de colaboração e construção de redes de trabalho, que se construam capacitações a partir das necessidades do próprio docente e da sua profissão.
Ann Liebermam (In: Nóvoa, 2007) disse: ”Apesar da urgência, é necessário que as pessoas possuam o tempo e as condições humanas e materiais para ir mais longe. O trabalho de formação deve estar próximo da realidade escolar e dos problemas sentidos pelos professores. É isto que não temos feito. Quando os professores aprendem mais os alunos têm melhores resultados”.

Neste sentido, a coordenação do Proinfo Integrado, orienta que as formações aconteçam nas próprias escolas. Que se atenda o professor onde ele está, estendendo esse atendimento à comunidade escolar e local.
As TICs permitem que as formações aconteçam “in loco” e ao mesmo tempo quando à distância, os professores possam interagir, compartilhar, colaborar, pesquisar, informar-se, informar, divertir, divertindo-se, comunicar-se.
As novas tecnologias da informação e comunicação permitem que os alunos e professores, professores e seus pares, professores e gestores, família e escola, todos possam aprender em rede.
As demandas de trabalho educativo, político e social, dependem da integração e interação de seus atores entre si e através das novas tecnologias da informação e comunicação.
Outro desafio colocado aos professores no caso estudado é que o curso é semi-presencial se por um lado é difícil atender a todos os professores de um país em dimensões continentais como o nosso, a alternativa mais vantajosa para que um curso como esse chegue até eles é na modalidade à distância, que exige do cursista disciplina, organização, flexibilidade, objetivos, dedicação, planejamento e algumas habilidades. É aí que muitos professores se veem perdidos, desestimulados e evadem, pois ainda falta a cultura dessa nova modalidade de ensino que se expande a cada dia.
Ao cursista de EAD (Educação a Distância) é necessário autonomia e habilidades básicas para o manejo das TICs (o que foi trabalhado no primeiro momento da oferta do Programa – Introdução à Educação Digital – 40 horas), mas educados tradicionalmente, os professores ainda demonstram receio na manipulação da máquina, apesar de conhecerem seu funcionamento basicamente e terem pré-requisitos para executar o que se propõe. Falta-lhes autonomia.
O formador de um curso como esse, no entanto deve estar disponível para eventuais dificuldades e dúvidas e através da interação por meios digitais (fóruns, chats, correios eletrônicos), além do telefone, saná-las e garantir que o cursista sinta-se mais seguro e encorajado a continuar.
Ao formador também esse tipo de programa é de grande aprendizado, pois ele deve promover situações que facilitem a administração do uso dos computadores, propiciando variadas atividades de troca de experiência dos cursistas entre si e com ele próprio, incluindo comunicações, apresentações e debates (Salgado, 2008). É o formador o animador, aquele que encoraja e motiva os cursistas. Lembrando sempre que os cursistas também são educadores e possuem experiências, vivências e saberes próprios. E como educadores e docentes, as intervenções deles são muito valiosas e é nesse movimento de aprender e ensinar que o curso se delineia.


CONCLUSÃO

Conclui-se com esse estudo que as transformações sociais fortemente refletidas na educação e a democratização do ensino têm contribuído para que os docentes busquem capacitar-se cada vez mais para atender aos anseios e necessidades dos alunos. Ainda são muitos desafios a serem vencidos nesta nova fase social e educacional que se impõe, as tecnologias da informação e comunicação são um meio para se alcançar a melhoria da qualidade de educação e para que os alunos aprendam, pois as novas gerações necessitam de formas diferenciadas de aprender, interagindo, comunicando, colaborando e ensinando.
Para o professor estão postos novos desafios, não mais tão somente o de como ensinar, mas como o de aprender. Isso requer uma nova postura docente no sentido de modificar as formas de trabalhar com o conhecimento e a informação, não mais como transmissor e sim como um facilitador de aprendizagens.
Contudo, não é de uma hora para outra que esses profissionais se farão diferentes, é necessário que sua formação seja permanente e aconteça dentro de sua esfera de trabalho, onde sua realidade seja contemplada, onde possa trocar informações e conhecimentos com seus pares e onde possa também ensinar.
As políticas públicas, também precisam garantir que recursos sejam efetivamente adquiridos e implementados e que se garanta esse espaço de troca, interação, colaboração e participação docente.
É fundamental, também, que os cursos de formação inicial docente atendam a esse novo paradigma, que aconteçam através da investigação e em contato com a realidade.
Por fim, é necessário, mudança de postura de toda a sociedade (política, educacional, docente), para que o ensinar torne-se em aprender e onde o aprender possa ser prazeroso para todos.



REFERÊNCIAS
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Entrevista para Pedro Demo aborda os desafios da linguagem no século XXI, disponível em http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/diaadia/escola/modules/noticias/article.php?storyid=316 ,(acessado em 16/07/2009)

DOWBOR, Ladislau. Tecnologias do Conhecimento: desafios da educação. São Paulo: Editora Vozes, 4ª ed. 88 p., 2008.

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NÓVOA, António. O regresso dos professores. In: Conferência Desenvolvimento profissional de professores para a qualidade e para a equidade da aprendizagem ao longo da vida. Universidade de Lisboa, 2007. Disponível em: http://escoladosargacal.files.wordpress.com/2009/05/regressodosprofessoresantonionovoa.pdf. (Acessado em: 28/09/2009).

SALGADO, Maria Umbelina Caiafa. Tecnologias da educação: ensinando e aprendendo com as TIC: guia do cursista/ Maria Umbelina Caiafa Salgado, Ana Lúcia Amaral. - Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação à Distância; 2008. 208 p.

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